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sábado, 18 de julho de 2015

Os ladrões roubaram 351 hóstias, mas Deus quis mostrar seu poder

E este é apenas um dos mais de 130 milagres eucarísticos documentados no mundo






Na Basílica de São Francisco, em Siena, Itália, 223 hóstias conservam-se intactas há mais de 276 anos.

A tal respeito, opinou o cientista Enrico Medi:

“Esta intervenção direta de Deus é o milagre (...), realizado e mantido enquanto tal milagrosamente durante séculos, para testemunhar a realidade permanente de Cristo no Sacramento Eucarístico”.O milagre aconteceu no dia 14 de agosto de 1730. A mais antiga memória escrita do evento foi redigida no mesmo ano e assinada por um certo Macchi.
Nesse mesmo dia, ladrões se infiltraram na basílica e roubaram o cibório, que continha 351 partículas consagradas.

Três dias depois, ou seja, em 17 de agosto, todas as 351 partículas apareceram no cofre de esmolas do santuário de Santa Maria de Provenzano, onde haviam sido jogadas. Elas, porém ficaram misturadas com o pó acumulado no fundo do cofre.

O povo acorreu para comemorar a recuperação das santas hóstias, que foram levadas de volta em procissão à Basílica de São Francisco.


Transcorreram os anos e não se percebia sinal algum das alterações que naturalmente deveriam ocorrer.


Em 14 de abril de 1780, o Superior Geral da Ordem Franciscana, Frei Carlo Vipera, consumiu uma das hóstias e comprovou que estava fresca e incorrupta. Como algumas delas haviam sido distribuídas em anos anteriores, o Superior ordenou então que as 230 restantes fossem guardadas num novo cibório e não fossem mais distribuídas.




Visando deitar luz no fenômeno inexplicável, em 1789 o arcebispo de Siena, D. Tibério Borghese, guardou algumas hóstias não consagradas numa caixa em condições análogas às das hóstias consagradas.


Após dez anos, uma comissão de cientistas escolhidos especialmente para estudar o caso abriu a caixa e só encontrou vermes e fragmentos putrefatos.


Enquanto isso, as hóstias consagradas se conservavam como podem ser vistas até hoje, contrariando todas as leis físicas e biológicas.


Em 1850 foi feito um teste similar com os mesmos resultados. 


Em diversas ocasiões, as hóstias foram analisadas por pessoas de confiança ou ilustres pelo seu saber e as conclusões sempre eram as mesmas: “As sagradas partículas ainda estão frescas, intactas, fisicamente incorruptas, quimicamente puras e não apresentam nenhum início de corrupção”.


A mais importante verificação aconteceu em 1914, quando o Papa São Pio X autorizou um exame no qual participaram numerosos professores de bromatologia, higiene, química e farmacêutica.


Os cientistas concluíram que as hóstias foram preparadas sem nenhuma precaução científica e que haviam sido guardadas em condições comuns, fatores que deveriam tê-las levado a se deteriorarem naturalmente. Porém, elas estavam em tão bom estado que podiam ser consumidas 184 anos depois do milagre.


Siro Grimaldi, professor na Universidade de Siena e diretor do Laboratório Químico Municipal, foi o principal cientista da comissão de 1914. 


Ele escreveu um livro com detalhes preciosos sobre o milagre, intitulado Uno Scienziato Adora. Em 1914 declarou que “a farinha em grão é o melhor terreno de cultura de microrganismos, parasitas animais e vegetais, e fermentação láctica. As partículas de Siena estão em perfeito estado de conservação, contra as leis físicas e químicas, não obstante as condições de tudo desfavoráveis em que foram encontradas e conservadas. Um fenômeno absolutamente anormal: as leis da natureza foram invertidas. O vidro em que foram encontradas possui mofo, enquanto a farinha se revelou mais refratária do que o cristal”.
Em 1922 foram realizadas novas análises, por ocasião da transferência das hóstias para um cilindro de cristal de roca puro, na presença no Cardeal Giovanni Tacci e do Arcebispo de Siena, de Montepulciano, de Foligno e de Grosseto. Os resultados foram os mesmos. Ainda houve novas análises em 1950 e 1951.


Em 5 de agosto de 1951, cinco dias antes da festa do milagre, o tabernáculo foi alvo de um novo atentado, desta vez com um objetivo bem definido: acabar com as hóstias conservadas de modo sobrenatural. 

Os profanadores subtraíram o relicário de ouro e espalharam as partículas do milagre pelo chão da capela. Porém, o dano foi nulo, e menos de um ano depois foram expostas novamente num novo relicário especial, onde hoje podem ser adoradas.

Durante uma visita pastoral efetuada à cidade de Siena, em 14 de setembro de 1980, assim se manifestou João Paulo II diante das prodigiosas hóstias: “É a Presença!”

As milagrosas partículas permanecem na capela Piccolomini durante os meses de verão, e na capela Martinozzi nos meses de inverno.

Os cidadãos de Siena realizam numerosos atos em louvor das Santas Hóstias. Entre elas, a homenagem das Contradas, o obséquio oferecido pelas crianças que fazem a Primeira Comunhão, a solene procissão na festa de Corpus Christi, o septenário eucarístico de fim de setembro e a adoração eucarística no dia 17 de cada mês, em lembrança da recuperação acontecida em 17 de agosto de 1730.











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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Subir ao ponto mais alto

Pe. Queiróz, 15 de Julho de 2015 às 07h00.


Havia uma tribo de índios que vivia em uma vasta região localizada em uma alta montanha. Um dia, o chefe da tribo adoeceu e, ao perceber que lhe restava pouco tempo de vida, chamou seus três filhos e disse:

- Já não vou durar muito, e um de vocês será o meu sucessor. Percorram a região, subam as montanhas, atravessem os rios... Será o meu sucessor aquele que me presentear do modo mais original.

Partiram os três. Cada um esperava encontrar algo especial que pudesse surpreender o pai.

Tempos depois, regressou o primeiro. Em suas mãos trazia uma flor rara e preciosa, nunca vista naquela região.

Dias depois, veio o segundo. Este presenteou o pai com uma linda pedra, parecia especial, com sua superfície lisa e redonda, como que polida através do tempo.

Finalmente apareceu o terceiro. Suas mãos estavam vazias, mas seus olhos brilhavam. Contou ao pai que subira ao ponto mais alto das montanhas e descobrira, do outro lado, uma região maravilhosa, com rios, vales, campinas verdes e lagos cristalinos. E, cheio de entusiasmo, exclamou:

- Se nós nos mudarmos para lá com toda a tribo, nossa vida com certeza será muito melhor.

- Você será o meu sucessor, respondeu o pai, revelando, na voz fraca, um sentimento de alegria e esperança. Você me trouxe, como presente, a visão de um futuro melhor.

Mesmo que a subida da nossa montanha seja difícil, lembremo-nos de que do outro lado existe um presente para nós e nossos pais, que é a esperança de um futuro melhor.








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Olhamos o mundo com nosso prisma

Certa vez, uma professora deu aos alunos da classe um trabalho sobre as leis de trânsito. Ela distribuiu papel e lápis para todos e cada criança deveria pintar seu próprio semáforo.

Diego olhou para o desenho do colega Gustavo e disse:

- Ei! Você pintou errado. O farol de cima é o vermelho, não o verde. Gustavo respondeu:

- Foi o que eu fiz. Pintei o farol de cima de vermelho, não está vendo?

Diego disse:

- Não. Você é um mentiroso. Pintou de verde. Está errado.

E a discussão foi tomando tal proporção que a professora teve de intervir. Ao se inteirar do problema, ela chamou Diego e disse-lhe:

- O seu colega está dizendo a verdade, quando fala que pintou o farol de vermelho, porque o que ele vê é isto. Ele é daltônico, quer dizer, troca as cores. O que para você é verde, para ele é vermelho.

Cada pessoa olha o mundo através de sua história de vida. Portanto, cada um vê uma mesma realidade de forma diferente.









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Rio de Janeiro celebra dois anos da JMJ com "Vigílias Missionárias"

Jovens de Maria, 15 de Julho de 2015 às 11h50.


Na semana em que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) completa dois anos de sua edição no Brasil, os fiéis cariocas terão a oportunidade de celebrar a data e recriar o ambiente de fraternidade e missão que conquistou a cidade durante o evento.

Na Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, o Setor de Juventude em parceria com a Comissão de Pastoral promoverão as "Vigílias Missionárias", marcadas para acontecer, simultaneamente, em seus vicariatos, entre os dias 25 de julho, às 22h e 26, às 6h.


A programação prevê que as vigílias comecem com uma missa, seguida de adoração, pregação e testemunhos de jovens que participaram da Jornada em 2013. O tema, que orientará o encontro, será "Juventude, esperança do amanhecer", buscando atualizar a mensagem do Papa à juventude, no Brasil: ''Ide sem medo para servir".

"O objetivo é promover no coração dos jovens o desejo de estarem juntos e serem Igreja, buscarem a santidade e também levarem o amor de Deus as outras pessoas. O convite é estendido a todos os fiéis, não só aos jovens", afirmou o assessor espiritual do Setor Juventude, padre Jorge Carreira.

Missão

No Vicariato Santa Cruz, o coordenador da Pastoral da Juventude Welington de Melo contou que a expectativa para a vigília é grande e que já estão convocando os fiéis de todas as paróquias do vicariato para participarem. Ele espera que a vigília seja um momento de reviver as experiências da Jornada, quando os jovens saíram em missão e se confraternizaram.

"A JMJ foi uma ocasião em que pudemos testemunhar nossa fé. Muitas vezes, a juventude se põe reservada, então, foi uma oportunidade de sairmos das paróquias e testemunharmos com amor e fé a nossa caminhada cristã. A vigília servirá para lembrarmos o que vivemos e atualizar as experiências", comentou Wellington, que durante a Jornada teve a oportunidade de se confessar com o Papa Francisco.

Para o padre Jorge Carreira, as missões populares promovidas pela Arquidiocese do Rio devido ao Ano Arquidiocesano da Esperança atualizam a mensagem do Papa, e as vigílias impulsionarão os jovens a evangelizar.

"Qual a nossa resposta atual ao chamado do Papa, em 2013, para sairmos em missão?", provocou o sacerdote.

Vigília Missionária

Na Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista, no Vicariato Norte, a abertura será realizada pelo bispo auxiliar da arquidiocese Dom Luiz Henrique da Silva Brito. Para o pároco, padre Cláudio dos Santos, “a vigília vai colaborar para incentivar ainda mais a fidelidade da juventude à Igreja de Jesus Cristo. Queremos incentivar os jovens a serem permanentemente missionários”.

No Vicariato Santa Cruz, o encontro será realizado na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, iniciado com missa presidida pelo animador do evento, padre Michel Bernardo. Padre Michel acredita que esta será uma “oportunidade de experimentar a força de Deus mais uma vez”.

A Paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Campinho, receberá também no dia 25 a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida, por volta das 20h. Dessa forma, antes do início da vigília será realizada, além da Celebração Eucarística, às 22h, uma procissão luminosa pelas ruas do bairro do Vicariato Suburbano. Os jovens contarão com a presença do pároco, padre Sebastião Natal, e com a animação dos padres Sidnei Guimarães e Nivaldo Alves.

Locais das "Vigílias Missionárias"

Vicariato Jacarepaguá: Santuário Nossa Senhora do Loreto – Ladeira da Freguesia, 375, Freguesia.

Vicariato Norte: Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista – Rua Felipe Camarão, 12, no Maracanã.

Vicariato Santa Cruz: Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Praça Dom Romualdo, 11, em Santa Cruz.

Vicariato Suburbano: Paróquia Nossa Senhora da Conceição – Avenida Ernani Cardoso, 418, em Campinho.

Vicariato Sul: Paróquia Nossa Senhora da Paz – Rua Visconde de Pirajá, 339, em Ipanema.

Vicariato Urbano: Paróquia Nossa Senhora da Consolata – Rua São Luiz Gonzaga, 1.860, em Benfica.

Vicariato Oeste: Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Rua Padre Paulo Corrêa de Sá, 60, em Padre Miguel.

Fonte: Arquidiocese do Rio de Janeiro









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Acordo nuclear do Irã é visto positivamente pela Santa Sé


TERÇA-FEIRA, 14 DE JULHO DE 2015, 14H38


Padre Federico Lombardi comenta acordo nuclear do Irã assinado em Viena após 21 meses de negociações

Da redação, com Agência Brasil e Rádio Vaticano

“O acordo sobre o programa nuclear iraniano é visto positivamente pela Santa Sé”, afirmou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, nesta terça-feira, 14.

O acordo nuclear foi assinado em Viena após 21 meses de negociações. Ele inclui, num documento com aproximadamente 100 páginas, um texto principal e cinco anexos.

“Trata-se de um resultado importante das tratativas realizadas até agora – acrescentou o sacerdote jesuíta – mas que requer a continuação dos esforços e do compromisso de todos para que possa dar os seus frutos. Frutos que se deseja que não se limitem somente ao campo do programa nuclear, mas que se expandam também em outras direções”, disse padre Lombardi.

Segundo a delegação francesa, citada pelo diário Le Monde, as principais linhas do acordo entre Teerã e o Grupo 5+1 (Estados Unidos, China, Reino Unido, França e Rússia, e Alemanha) – num processo que se arrastava há 12 anos, preveem:

Limitar o enriquecimento de urânio

O objetivo principal consiste em pôr em prática severas restrições para garantir que o break-out, o tempo necessário para produzir urânio enriquecido que permita fabricar uma bomba atômica, seja de pelo menos um ano e durante uma duração de dez anos.

Limitar a produção de plutônio

O plutônio é, com o urânio, a outra matéria fóssil que pode ser usada na fabricação de uma bomba atômica. O acordo de Viena estipula que o reator da central de água pesada de Arak será modificado para não produzir plutônio com poder militar.

Era um dos pontos mais delicados das negociações. Será aplicado um regime reforçado de inspeções durante toda a duração do acordo, e mesmo para além em relação a certas atividades. A Agência internacional de energia atómica (AIEA) poderá assim verificar durante 20 anos o parque de centrifugadoras e durante 25 anos a produção de concentrado de urânio (‘yellow cake’). O Irão compromete-se em aplicar, e depois ratificar, o protocolo adicional da Aiea, que permite inspeções intrusivas.

Terminar com as sanções

O principal objetivo dos iranianos consistia em obter o fim das múltiplas sanções (da Organização das Nações Unidas, Estados Unidos e Europa) que prejudicam o desenvolvimento do país. As sanções adotadas pela União Europeia e EUA dirigidas aos setores financeiro, energia e do transporte iranianos seriam levantadas a partir da aplicação pelos iranianos dos seus compromissos, atestados por um relatório da Aiea. O mesmo procedimento será aplicado para anular as seis resoluções adotadas pelo Conselho de Segurança da ONU contra o Irã desde 2006.

Manter o embargo de armas

Mantêm-se as sanções relativas aos mísseis balísticos e às importações de armas ofensivas. A transferência de materiais sensíveis que possam contribuir parra o programa balístico iraniano também será proibida durante oito anos, salvo autorização explícita do Conselho de Segurança da ONU.

O texto não prevê o fim do programa iraniano, como admitido no início das primeiras negociações entre 2003 e 2005, conduzidas pelos europeus.

As infraestruturas iranianas também passam a ser vigiadas mais de perto para impedir Teerã de iniciar uma corrida clandestina à bomba atômica.








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Bispo indica "A Missão" para entender pontificado de Francisco

QUARTA-FEIRA, 15 DE JULHO DE 2015, 14H18
MODIFICADO: QUARTA-FEIRA, 15 DE JULHO DE 2015, 14H30

O filme “A Missão” (Mission, 1986) foi dirigido por Roland Joffé, com trilha sonora de Enio Morricon

Da redação, com Rádio Vaticano


O Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências e da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, Dom Marcello Sanchez Sorondo, sugeriu nesta quarta-feira, 15, o filme “A Missão” para quem quer entender o pontificado do Papa Francisco.

“Se vocês querem entender o Papa, vejam o filme ‘A Missão’”, indicou o bispo. Dom Marcello acompanhou o Papa em sua viagem pela América Latina e colaborou na realização do encontro do Pontífice com os Movimentos Populares em Santa Cruz de la Sierra. “Foi o texto mais longo e mais empenhativo da viagem”, afirmou o Chanceler, que aconselhou a sua leitura: “alguém o definiu como uma mini-encíclica, ou, a síntese da Laudato Si”, observou.

O filme “A Missão” (Mission, 1986) foi dirigido por Roland Joffé, com trilha sonora de Enio Morricone. O drama, que teve como protagonistas os atores Robert De Niro e Jeremy Irons, faz alusão às missões fundadas pelos jesuítas na América do Sul, destruídas por conflitos de interesse entre as Coroas portuguesa e espanhola.

No Paraguai, o Papa Francisco referiu-se em três oportunidades às Reduções jesuíticas, definindo-as como “uma das experiências de evangelização e organização social mais interessantes da história”.








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Prefeitos do mundo debaterão mudanças climáticas no Vaticano

QUARTA-FEIRA, 15 DE JULHO DE 2015, 8H57
MODIFICADO: QUARTA-FEIRA, 15 DE JULHO DE 2015, 8H58

Do Brasil foram convidados os prefeitos de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Goiânia

Da redação, com Rádio Vaticano


Evento foi apresentado nesta quarta-feira, 15, no Vaticano / Foto: Reprodução CTV

Prefeitos de 60 grandes cidades de todo o mundo foram convidados a participar, no Vaticano, de um evento inédito: um simpósio para compartilhar as melhores práticas de contraste às mudanças climáticas e à escravidão moderna.

Do Brasil, foram convidados prefeitos de sete cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Goiânia.

O encontro se realizará nos dias 21 e 22 de julho, na Casina Pio IV, dentro do Vaticano, com a participação de prefeitos de cidades como Roma, Paris, Bogotá, Boston, Cidade do México, Oslo e Vancouver.

Iniciativa

O evento foi apresentado aos jornalistas nesta quarta-feira, 15, pelo Chanceler da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, Dom Marcelo Sánchez Sorondo, promotor da iniciativa. Ele explicou que a ideia nasceu há dois anos.

Na ocasião, o Papa e o Cardeal Vicent Nichols (Arcebispo de Westminster – Inglaterra) criaram o grupo de “Santa Marta”, que reúne os chefes de polícia e membros da Igreja para favorecer uma maior conscientização sobre os problemas que afligem os mais pobres.

“Todavia, os próprios policiais fizeram notar que seus superiores não são os bispos, mas os governantes e, em muitos casos, justamente os prefeitos. Seguindo o conselho deles, tentamos reunir os prefeitos para encontrar juntos as melhores práticas a favor da contenção das mudanças climáticas e da eliminação das novas formas de escravidão”, afirmou o Chanceler.

Dom Sánchez Sorondo acrescentou que há uma clara ligação entre essas duas emergências: a crise do clima e a crise social, ambas de origem antrópica, como ressalta a Encíclica Laudato si. Embora os pobres e os excluídos incidam minimamente nas alterações climáticas e vivam muitas vezes nas periferias das cidades, são os mais expostos às consequências dessas alterações.

Emancipar

“A nossa intenção – declarou o Chanceler – é que os prefeitos se empenhem em favorecer a emancipação dos pobres e dos que vivem em condições de vulnerabilidade, que se empenhem em acabar com os abusos, a exploração, o tráfico de pessoas e toda forma de escravidão moderna.”

A Pontifícia Academia das Ciências Sociais pede ainda que os prefeitos se empenhem em desenvolver programas de reinserção e integração social das vítimas, em nível nacional e local, a fim de evitar a repatriação forçada. “Em síntese – concluiu Dom Sánchez Sorondo –, gostaríamos que as nossas cidades e nossos centros urbanos se tornassem sempre mais socialmente inclusivos, seguros, flexíveis e ecologicamente integrados.”

Voz brasileira

O Prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, declarou: “Nós vamos trazer ao Papa uma estratégia bem sucedida para superar a pobreza e promover a inclusão social e produtiva. Nós, prefeitos brasileiros, estamos promovendo microcrédito e empreendedorismo para gerar emprego e renda, garantindo dignidade aos pobres. Nós mostramos que somos capazes de implementar políticas públicas eficazes que sejam inclusivas e que têm resgatado milhões de brasileiros da pobreza extrema”.








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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Rússia registra superávit orçamentário em junho

3/07/2015 20h42

Moscou

O orçamento federal da Rússia teve um superávit em junho, diante da recuperação gradual dos preços do petróleo neste ano, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério das Finanças do país.

O orçamento do país registrou um superávit de 0,9% do Produto Interno Bruto (PIB) em junho, após sofrer um déficit de 0,7% do PIB em maio, segundo números revisados divulgados pelo Ministério das Finanças. Anteriormente, o cálculo oficial era de que o déficit de maio havia sido equivalente a 2,5% do PIB.

No primeiro semestre, a Rússia teve um déficit orçamentário de 2,6% do PIB. Em meados de junho, o ministro das Finanças, Anton Siluanov, disse que o déficit orçamentário deste ano pode ser menor que o anteriormente projetado, de entre 3,4% e 3,7% do PIB, graças aos preços do petróleo, que se recuperaram para além do nível projetado de US$ 50 o barril. Fonte: Dow Jones Newswires.

AE






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Governo refaz política de Segurança da Informação

Luís Osvaldo Grossmann ... 02/07/2015 ... Convergência Digital

Ligado à Presidência da República, o Gabinete de Segurança Institucional elaborou uma estratégia plurianual de segurança da informação que visa dar ao Brasil “uma robusta capacidade de posicionamento e resposta frente a potenciais quebras de segurança e ameaças cibernéticas”. O plano inicial, com metas graduais até 2018, passa pela criação de um órgão central de segurança e, especialmente, pela “alocação de recursos financeiros, tecnológicos e humanos”.

Nessa direção de um órgão central com “orçamento adequado”, o plano de metas da ‘Estratégia’ prevê em seu cronograma que a partir do próximo ano seja realizado um estudo de viabilidade da criação de carreira de Estado em segurança da informação e defesa cibernética, com sua respectiva estrutura organizacional. A ideia é que tal estudo seja concluído até 2018 para ser apresentado ao governo.

Enquanto isso não acontece, a proposta prevê a criação, já, de uma ‘Câmara Multissetorial de SIC e SegCiber’. Pelo plano, essa Câmara deve ser estabelecida até meados de agosto. Coordenada pelo GSI, ela terá caráter consultivo e deve reunir “no máximo 20 instituições”. O desenho parece inspirado no Comitê Gestor da Internet, visto que teria “55% de representação do governo e os demais distribuídos entre academia, setor privado e terceiro setor”.

A ideia é ter reuniões periódicas de aconselhamento. “Certamente, há que se definir, com base em amplos debates com atores chave do governo, da academia, do setor privado e do terceiro setor, percentual do PIB a ser formalizado como patamar mínimo de investimento em SIC e em SegCiber, de forma a estabelecer um ciclo virtuoso de desenvolvimento em prol da soberania nacional e da segurança institucional como um todo.”

Fragilidades

O documento “Estratégia de segurança da informação e comunicações e de segurança cibernética da administração pública federal 2015-2018” não chega a entrar em minúcias, mas começa por reconhecer as “fragilidades do Brasil frente à espionagem eletrônica internacional” – fraquezas essas diretamente ligadas ao sistema de telecomunicações brasileiro e à “forte dependência externa e ausência de domínio em tecnologias sensíveis de SIC e SegCiber”.

Nem podia ser diferente. Dois anos depois de Edward Snowden detalhar como o Brasil, entre muitos, tem suas comunicações devassadas pelos Estados Unidos, muito pouco se avançou além da retórica indignada. Ou, no palavreado do GSI: “Não obstante os esforços do governo em fortalecer as ações de SIC e de SegCiber, o nível de maturidade ainda encontra-se em patamar aquém do desejado nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal”.

A ‘Estratégia’ alinha metas de elevar essa maturidade, aprimorar a capacitação e a pesquisa em “hardware e algoritmos criptográficos proprietários de Estado”. Mas evidencia que pouco terá sucesso sem que a segurança da informação conquiste “destaque no planejamento, bem como aportes contínuos e adequados de recursos do orçamento federal”. Ainda naquele 2013, o então ministro da Defesa Celso Amorim já explicitava o pouco caso nessa questão: o orçamento era inferior a R$ 400 milhões – um quarto disso contingenciado.

Além de dinheiro, a ‘Estratégia’ defende “o estabelecimento de um órgão central e de um sistema nacional, objetivando a coordenação executiva, o acompanhamento e a avaliação da implantação e execução da Política Nacional de SIC e SegCiber”. Nas 80 páginas do documento não fica explícito onde tal órgão seria ‘pendurado’ no governo, mas os sinais são de que isso seria a partir do próprio GSI – que, afinal, já comanda a parte normativa sobre o tema.

A ausência desse órgão central é exposta em diversas passagens da ‘Estratégia’, associada à “carência do estabelecimento de governança efetiva da SIC e da SegCiber, e da segurança dos ativos de informação críticos”, em contraposição à necessidade de “coordenação executiva de tais temas, de forma sistêmica e participativa”, sempre “somada a ausência de destaque orçamentário específico e adequado ao tamanho do problema”.








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Muito cacique na defesa cibernética

Deixa eu ver se eu entendi.

O Brasil, que já tem uma super estrutura de defesa cibernética sob o comando do Ministério da Defesa, agora terá outra sob o comando do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República?

E no futuro estuda-se criar um novo “órgão central de segurança”, que supõe-se que centralizará toda a turma num mesmo balaio, mas com o GSI mandando e não o Ministério da Defesa?

É isso?

* Vai dar confusão.

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Comentário retirado do site: http://www.capitaldigital.com.br/?p=17139

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Procura por certificação digital cresce 27%

Júlia Merker // segunda, 13/07/2015 16:45

Entre janeiro e maio de 2015, 1,2 milhão de certificados digitais foram emitidos no Brasil. O número é 27% maior se comparado ao mesmo período de 2014 e 34% superior em relação ao acumulado dos meses em 2013. Os dados são da Fenacon Certificação Digital


Entre janeiro e maio, 1,2 milhão de certificados digitais foram emitidos no Brasil. 
Peter Baxter/Shutterstock.

“A procura pelas certificações mostra a conscientização dos empresários e dos cidadãos em se identificar no meio virtual de forma segura e confiável. Além disso, nos últimos anos diversas mudanças na legislação fiscal também impulsionaram a busca pela Certificação Digital”, relata o presidente da Fenacon, Mario Berti.

Alguns exemplos são a emissão da NFS-e e da NF-e, a instituição do e-Social, a cultura de desmaterialização de documentos e assinaturas e a entrega das declarações tributárias para os órgãos públicos.

O Certificado Digital é um arquivo eletrônico, armazenado em uma mídia digital, que contém os dados do seu titular pessoa física ou jurídica (e-CPF ou e-CNPJ) e adota mecanismos de segurança que garantem veracidade, confidencialidade e integridade na comunicação com órgãos públicos como a Receita Federal, Detran, Instituto Nacional da Propriedade Industrial, entre outros. 

“Estar adequado a estes avanços tecnológicos facilita o acesso a diversos serviços, insere a empresa no universo do e-Social e reduz custos com deslocamentos e documentos físicos”, avalia o presidente da Fenacon, Mario Berti.








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Cade mira TI de Brasília

Maurício Renner // segunda, 13/07/2015 17:27

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abriu um processo administrativo contra um grupo de 14 empresas, composto pelas gigantes IBM e Oracle e uma série de companhias sediadas em Brasília por uma suposta formação de cartel em uma licitação do Ministério da Educação.


Problemas para empresas de TI de Brasília. Foto: Shutterstock

A abertura do processo administrativo contra elas foi publicada nesta sexta-feira, 10. Ação também envolve 35 pessoas físicas e do Sindicato das Empresas de Serviços de Informática do Distrito Federal (Sindisei).

A lista completa inclui: Cast, CPM, Ctis, DBA, Dominio, IBM Brasil, Intech, M.I Montreal Informática, Núcleo Básico de Tecnologia da Informação, Oracle do Brasil, Padrão IX, Policentro, Poliedro e Unimix Tecnologia.

Segundo o Cade, há "indícios robustos" de que as companhias teriam fixado preços e combinado previamente condições e vantagens em licitações públicas e privadas em vários estados do país, principalmente no Distrito Federal. O conluio teria sido facilitado pelo sindicato.

A investigação começou em 2005, depois que o site brasiliense Converência Digital revelou que 30 organizações haviam pedido informações sobre uma concorrência para um edital de R$ 10 milhões do MEC, mas apenas CTIS e Poliedro participaram.

O ministério então revogou esse processo e lançou outros dois com características muito similares. Para estes últimos, muitos outros participantes se apresentaram.

O processo administrativo também convoca nominalmente 35 pessoas, todas ligadas à gestão das empresas citadas ou sócias das companhias.

A investigação no entanto foi interrompida várias vezes por conta de liminares obtidas na Justiça pelas empresas investigadas que visavam impedir acesso a documentos. 

Entre 2005 e 2015, alguns dos inquéritos contra outras empresas foram arquivados por falta de indícios.

As empresas liberadas do processo são: Brasília, Aval Informática, Leilis Informática,Apoio Editora Multimidia, Conecta, TBA Holding, TCS Brasil, B2BR, True Access.

A Politec firmou com o Cade um Termo de Compromisso de Cessação de Prática, aceitando pagar uma multa de R$ 35 milhões como punição. 

Recentemente o Cade conseguiu autorização da Justiça para abrir os documentos apreendidos e afirma ter encontrado indícios suficientes para a abertura do processo.

“Foram verificados indícios robustos de que as pessoas físicas e jurídicas ora representadas teriam celebrado ajustes com a finalidade de fixar preços, ajustar vantagens em licitações e dividir o mercado em questão. Além disso, verificou-se que elas teriam adotado diversos meios para implementar tal estratégia, assim como para monitorá-la. Além disso, há indícios de que tal suposto conluio também teria contado com a participação do Sindicato do mercado em questão, o Sindesei”, diz o Cade.

Em nota, a IBM disse que "não comentará sobre esse assunto, mas reitera seu permanente compromisso em agir em conformidade com os princípios da ética empresarial e no estrito cumprimento da lei".

Também em nota, a Oracle alegou que ainda não foi notificada sobre a investigação, mas que "irá cooperar com as autoridades competentes caso seja questionada".

A companhia disse ainda que "mantém altos padrões de ética, integridade e transparência do negócio nos países onde atua e exige que todos os seus parceiros e distribuidores autorizados respeitem um código de conduta e todas as leis e regulamentos aplicáveis".








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Brasileiro se interessa por ciência e tecnologia e apoia financiamento no setor

CIÊNCIA E TECNOLOGIA


Estudo

Conclusão foi apontada por pesquisa divulgada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia durante 67ª Reunião Anual da SBPC. Levantamento norteia políticas de popularização da ciência

por Portal BrasilPublicado: 13/07/2015 16h40
Última modificação: 13/07/2015 19h17


Mais da metade da população tem interesse por ciência e tecnologia e apoia o financiamento do setor. Foi o que apontou o estudo da série Percepção Pública da Ciência e Tecnologia no Brasil, realizado pelo Centro de Gestão e Estudo Estratégicos (CGEE), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O resultado foi apresentado nesta segunda-feira (13) pelo ministro Aldo Rebelo, na 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), que neste ano acontece em São Carlos (SP).

O percentual de entrevistados que demonstram interesse pela ciência e tecnologia é de 61%, índice comparável às médias dos países que realizaram pesquisa semelhante. Na União Europeia, por exemplo, 53% afirmaram ter interesse por assuntos de C&T. Também segundo o estado, 78% dos entrevistados apoiam a ideia de que devem ser feitos maiores investimento públicos em C&T.

No Brasil, o tema é o quinto que mais atrai a atenção da população – está atrás de Medicina e Saúde (78%), Meio Ambiente (78%), Religião (75%) e Economia (68%). O interesse por C&T é maior que em Arte e Cultura (57%), Esportes (56%), Moda (34%) e Política (27%).

De acordo com o ministro Aldo Rebelo, os dados vão orientar o posicionamento, a ação e as políticas públicas de popularização da ciência e tecnologia (C&T). "Temos um levantamento das nossas virtudes e deficiências relacionadas a C&T. Há expectativa extremamente positiva quanto a função social das pesquisas e há também dados graves, como o baixo nível de informação sobre as ações e iniciativas científicas e tecnológicas", disse o ministro

A sociedade vê a ciência como geradora de resultados aplicáveis às suas vidas e capaz de solucionar problemas. Dos entrevistados, 73% afirmaram que as atividades científicas e tecnológicas trazem mais benefícios do que malefícios para a população e 54% acreditam que só trazem benefícios. Comparados os resultados de enquetes internacionais, o Brasil se destaca como um dos países mais otimistas quanto aos benefícios das atividades de pesquisa e desenvolvimento. A China tem índice igual ao brasileiro (73%), os Estados Unidos (EUA) têm taxa de 67%, Espanha registra média de 64%, seguida de Itália (46%) e França (43%).

A pesquisa teve como base um questionário com 105 perguntas, fechadas e abertas. Foram realizadas 1.962 entrevistas nas cinco regiões do País, no período de 22 de dezembro do ano passado a 16 de março de 2015. Esse é o terceiro estudo coordenado pelo MCTI e quarto em âmbito nacional. Em 1987, o Museu de Astronomia e Ciências Afins (Mast/MCTI) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) realizaram a primeira enquete nacional. As fundações de amparo à pesquisa dos Estados de São Paulo (Fapesp) e Minas Gerais (Fapemig) já financiaram estudos locais sobre a percepção pública de ciência e tecnologia.

Acesso à informação é baixo

Apesar do elevado interesse declarado dos brasileiros sobre assuntos de C&T, a pesquisa revela que eles continuam tendo baixo acesso a informações científicas e tecnológicas. A maioria declara que nunca ou quase nunca se informa sobre C&T. A televisão é o meio de comunicação usado por 21% dos entrevistados para adquirir conhecimento sobre as pesquisas. A internet já se aproxima desse patamar, com 18%.

A presidenta da SBPC, Helena Nader, e o presidente do CGEE, Mariano Laplane, se posicionaram quanto ao papel da mídia no processo de popularização da ciência. "Os cadernos sobre ciência e tecnologia estão cada vez menores ou deixando de existir", avaliou Laplane. "Muitas vezes os principais destaques são para o progresso da ciência fora do Brasil. Pouco se fala das conquistas dos nossos cientistas e instituições. A nossa ciência está evoluindo e tem muita produção importantíssima, mas esses resultados não aparecem".

O interesse dos brasileiros por C&T se reflete na confiança dos pesquisadores como fontes confiáveis de informações. O estudo mediu o índice de confiança de dez profissões. Assim como em 2006 e 2010, a confiança nos cientistas foi a mais alta (0,89), ficando à frente do índice dos jornalistas (0,74) e médicos (0,7).

O estudo aponta, ainda, que os brasileiros acreditam que a pesquisa científica é essencial para a indústria, que a experimentação animal deve ser permitida dependendo do caso e a C&T ajuda a diminuir as desigualdades.

Financiamento para ciência e tecnologia

Em palestra Ciência e Pesquisa para soberania, democracia e o bem estar da população, o ministro Aldo Rabelo ressaltou o compromisso do governo federal de dar prioridade a ciência e tecnologia na regulamentação de 50% do Fundo Social do Pré-Sal e dos esforços da pasta para recompor o orçamento do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

"Cinquenta por cento do Fundo foi destinado à educação e saúde e não dá para fazer educação e saúde sem ciência e tecnologia. Estamos fazendo, em parceria com as entidades do Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, uma proposta para direcionar a outra parte dos recursos oriundos da exploração do petróleo da camada pré-Sal para as pesquisas e para a ciência. Esse estudo deve estar pronto para ser apresentado até o fim de agosto", adiantou o ministro. "Essa será 

Acesso a pesquisa no site: www.percepcaocti.cgee.org.br



Fonte:









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Moradias são equipadas com aquecimento solar

INFRAESTRUTURA

Sistema garante economia de até 30% na conta de luz a beneficiários de diversas partes do País



por Portal BrasilPublicado: 13/07/2015 16h23
Última modificação: 13/07/2015 16h45

Divulgação/Governo do PR


Método contribui para economia na conta de luz, não polui e já é usado em residenciais de todas as regiões do País

Cerca de 224 mil famílias serão beneficiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) em diversas partes do Brasil e contarão com unidades habitacionais equipadas com sistema de aquecimento para a água do chuveiro a partir dos raios captados da luz solar. O método contribui para economia na conta de luz, não polui e já é usado em residenciais de todas as regiões do País.

O aquecimento da água com luz solar é um dos exemplos de sustentabilidade que estão sendo usados pelo Minha Casa Minha Vida em empreendimentos nas áreas urbanas e nas regiões rurais, atingindo a população de baixa renda, em residenciais da faixa 1 do programa, destinada exclusivamente às famílias com renda de até R$ 1,6 mil.

Eficiência do sistema

O pintor Luiz Cláudio de Oliveira, 35 anos, morador do Residencial Bela Suíça II em Araguari (MG), é um desses beneficiados. Com a chegada do inverno, Luiz Cláudio disse que aprova o sistema usado pela Caixa nas mais de 1,5 mil casas dos conjuntos Bela Suíça e destaca a eficiência do aquecedor no interior mineiro. “Se eu abrir só do lado quente, ninguém aguenta. Preciso dosar com o modo frio e a água fica ótima”, conta o morador.

Na conta de luz que chegou depois da instalação do sistema de aquecimento solar para o chuveiro, Luiz Cláudio, à primeira vista, imaginou não ter havido desconto em sua fatura. O valor foi de R$ 145. Mas com o reajuste de 42,46% na tarifa de luz em Minas Gerais este ano, o pintor pagaria cerca de R$ 200. Luiz Cláudio economizou R$ 55. O chuveiro elétrico é um dos itens que mais consomem energia em uma residência.

Segundo a Associação Brasileira de Ar Condicionado, Refrigeração, Ventilação e Aquecimento (Abrava), a redução pode chegar a 30% no valor da conta de energia elétrica com o uso do sistema de aquecimento solar de água do chuveiro. Isso explica a redução da conta de luz do pintor, mesmo com o reajuste na tarifa de energia em Minas Gerais. “Se já está bom, vai ficar melhor ainda”, acredita o pintor.

Ao implantar o sistema em seus residenciais, o Minha Casa Minha Vida está colaborando para o uso de energia limpa e ainda dando uma “folga” ao sistema elétrico brasileiro. Pesquisa recente feita pela Faculdade de Energia Elétrica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mostra que o consumo de energia do chuveiro elétrico pode chegar a 40% da carga das redes elétricas nos horários de pico do consumo – das 18 horas até as 19 horas – nas regiões Sul e Sudeste.

Esses chuveiros, aponta a Unicamp, estão em 70% dos domicílios no Brasil e seu gasto, durante o ano, corresponde a quase 30% do gasto de energia gerada pela Usina de Itaipu.

Fonte:









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Empresas batem recorde de pedidos para estudos de viabilidade

INFRAESTRUTURA

Rodovias e aeroportos receberam 314 e 92 propostas, respectivamente, aponta balanço dos ministérios do Transporte, Trabalho e da Secretaria de Aviação Civil


por Portal BrasilPublicado: 13/07/2015 00h00
Última modificação: 13/07/2015 17h17


Os ministérios do Planejamento e do Trabalho e a Secretaria de Aviação Civil divulgaram, nesta segunda-feira (13), um balanço das empresas interessadas em realizar estudos de viabilidade para as concessões de rodovias e aeroportos. Cerca de 49 empresas ou consórcios apresentaram 314 propostas de estudos para o setor de rodovias, informou o Ministério do Planejamento. Aeroportos receberam 92 propostas assinadas por 30 empresas. Os dois modais apresentaram um número recorde de propostas, desde que o modelo de Procedimentos de Manifestação de Interesse (PMIs) foi adotado.

Uma vez autorizadas, as empresas terão 180 dias para entregar os estudos no caso de rodovias e 90 dias no caso de aeroportos. “Nosso setor de construção e de engenharia é grande e diversificado, capacitado para atender às demandas de projetos e obras de concessão”, avaliou o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

Para o ministro, a segunda fase do Programa de Investimentos em Logística possui projetos de investimento que despertam o interesse do setor privado. “Esse resultado é prova do potencial e do dinamismo da nossa economia, da nossa capacidade de atrair investimentos, bem como da diversificação do nosso setor privado”.

Os editais de chamamento público foram publicados no dia 10 de junho no Diário Oficial da União (DOU). No caso de rodovias, serão investidos R$ 31,2 bilhões em 11 trechos que somam 4,3 mil quilômetros. Para o setor de aeroportos, serão concedidos os terminais de Fortaleza (CE), Salvador (BA), Florianópolis (SC) e Porto Alegre (RS), com investimentos estimados em R$ 8,5 bilhões.

Portos

A Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP/PR) publicou nesta segunda-feira (13) seis editais de chamamento público para procedimento de manifestação de interesse (PMI) para arrendamentos de instalações portuárias.

São duas áreas no Porto de Santos (SP), duas áreas no Porto de Suape (PE), uma área no Porto do Rio de Janeiro (RJ) e uma área no Porto de São Francisco do Sul (SC). Os futuros terminais terão investimentos estimados em R$ 1,3 bilhão.

Segundo a Secretaria, os leilões para o setor irão permitir um aumento na capacidade de movimentação de carga de 19 milhões de toneladas por ano.

As licitações deverão ser realizadas no primeiro semestre de 2016, de acordo com o ministro Edinho Araújo. “O programa trará resultados expressivos na busca por maior eficiência e competitividade na movimentação de cargas nos portos brasileiros, com a redução dos custos logísticos e consequente ganho para a matriz logística brasileira”, afirmou.













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domingo, 12 de julho de 2015

Setor siderúrgico vive uma de suas piores crises, diz IABr

12/07/2015 18h25

Fernanda Guimarães

São Paulo

O setor siderúrgico brasileiro está vivendo neste momento uma de suas piores crises, disse na abertura do 26º Congresso do Aço neste domingo, 12, o presidente do Conselho diretor do Instituto Aço Brasil (IABr) e presidente da ArcelorMittal Brasil, Benjamin Mario Baptista.

"Questões conjunturais e estruturais levaram a indústria a essa situação, que ficou mais evidente nesse ano, de grandes dificuldades para o País, com projeção de queda do PIB de cerca de 2% para este ano", disse.

Baptista destacou que em 2008 o setor siderúrgico mundial também atravessou uma crise, mas naquele momento a China funcionou como uma "âncora de salvação" foi o crescimento da China, que absorveu, segundo ele, grande parte da produção mundial de matérias-primas, por exemplo. "No entanto, rapidamente esse país aumentou sua capacidade de produção industrial e inverteu sua posição de importador líquido para exportador líquido. No Brasil, passamos pelo processo inverso", disse. Por aqui, lembrou, houve um crescimento das importações diretas e indiretas de aço.

Outro ponto que vem pesando para o setor é o alto excesso de capacidade de aço no mundo, estimada em 719 milhões de toneladas. O executivo lembrou que a situação ainda pode piorar, visto que nos próximos dois anos a previsão é de que haverá um incremento dessa capacidade em 106 milhões de toneladas, sendo que, desse volume, 40 milhões de milhões de toneladas devem vir da China. "Haverá uma pressão do aço chinês no mercado internacional", disse.

Dólar -

O presidente do conselho diretor do IABr disse que a desvalorização do real não tem ajudado, até aqui, o setor siderúrgico nacional, visto que outros países exportadores de aço também estão vendo suas taxas de câmbio retraindo em relação ao dólar, sendo que em alguns casos essa desvalorização foi ainda maior.

O executivo disse que há um entendimento da necessidade de medidas de ajuste fiscal para reverter o déficit primário e manter o grau de investimento do país, mas que esse processo "não pode o único foco" do governo. " Sem a indústria não há crescimento, geração de empregos, tampouco renda. Com a queda da competitividade da indústria, a curva exponencial de desmobilização de mão de obra própria e de terceiros vem ampliando o raio de degradação social no Brasil".

AE








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Comparamos o táxi com os serviços do polêmico Uber; veja a diferença

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Publicado em 04/07/2015 às 19h00




Um carro preto incomoda muita gente; dois, três, dezenas de carros pretos, incomodam muito mais! A polêmica está instaurada e provavelmente você até já ouviu falar do alvoroço que o Uber está causando mundo afora. O sistema de carona remunerada baseada em um aplicativo está sendo fortemente atacado pelos taxistas, que consideram o serviço ilegal e prometem fazer o que for preciso para acabar com a novidade.


Mas antes de explicar toda essa polêmica, discussões e protestos, nós experimentamos e comparamos os serviços da Uber e de um taxista comum. Fizemos o mesmo trajeto: saímos da sede do Olhar Digital em direção ao Palácio dos Bandeirantes, onde mora o governador do Estado; cerca de sete quilômetros de distância. Olha só como foi nossa experiência.

Primeiro chamamos o motorista pelo Uber. O app é bastante fácil de usar. Depois de fazer um cadastro – que pode ser inclusive feito a partir do seu perfil no Facebook – basta cadastrar um cartão de crédito ou ainda uma conta do PayPal para efetuar os pagamentos. Para chamar o motorista, você só precisa definir o endereço onde está e para onde deseja ir. O aplicativo faz um cálculo estimado do valor da viagem. Ao confirmar o pedido, você recebe as informações do motorista com nome, foto, tipo do carro e inclusive a placa do veículo. Aqui em São Paulo, o Uber oferece dois tipos de carros: os comuns e os pretos. Optamos pelo “black car” - um serviço um pouco mais caro, mas cheio de luxo. O motorista chegou em pouco mais de seis minutos. Um carro preto luxuoso, brilhando. Todo bem vestido, de terno e óculos escuros, logo ao entrar no carro, ofereceu uma garrafa de água geladinha ao nosso repórter. No painel, dois smartphones com o Uber rodando indicava os dados do passageiro, o destino, o tempo estimado de viagem e até a melhor rota até o destino. No melhor estilo “motorista particular”, o condutor falou pouco e foi bastante cordial. No final da viagem, bastou agradecer e descer do carro. Em instantes, um e-mail com o recibo da corrida chegou informando o valor da viagem: 27 reais!

Voltamos para o ponto de partida e então pegamos um táxi comum, na rua mesmo. Por estarmos em uma região bem movimentada, foram poucos minutos até encontrar um carro livre. Claro, o táxi era um carro popular, sem banco de couro, vidros abertos, música a gosto do taxista e nada de água gelada. Por outro lado, a simpatia do motorista fez diferença e nos lembrou quanto a maioria dos taxistas gosta de conversar. Mesmo trajeto, praticamente sem trânsito e no final da corrida: 26 reais e 50 centavos!

Novo na praça, o taxista contou que não tem assim tanto ódio pelo Uber, mas confessou que o movimento caiu depois do surgimento do aplicativo. Ele disse até conhecer alguns taxistas que trocaram os táxis por um carro próprio para trabalhar para a Uber. Vale lembrar que para ser taxista – seja em São Paulo ou qualquer lugar do mundo – é preciso pagar impostos, tirar uma licença especial e por aí vai. No caso do nosso motorista, ele trabalha para uma frota; entre gasolina e aluguel do carro, sai de casa todos os dias devendo pelo menos 250 reais. O engravatado da Uber preferiu não contar muitos detalhes do serviço; nós conversamos com os representantes da empresa aqui no Brasil. Ninguém do Uber se dispôs a conversar com a gente, mas recebemos um e-mail oficial dizendo que, por enquanto, a Uber continua operando normalmente em São Paulo e defende que os usuários têm o direito de escolher o modo que desejam se movimentar pela cidade.

Na última semana, um projeto de lei foi aprovado na Câmara Municipal proibindo o uso do Uber na cidade de São Paulo. A decisão final ainda depende de uma nova votação e mais uma rodada de discussões. Se o texto que proíbe o serviço passar mais uma vez pela aprovação dos vereadores, caberá ao prefeito da cidade decidir se a proibição vira mesmo uma lei; mas isso ainda deve levar algum tempo. Enquanto isso, fomos ouvir o lado dos taxistas, que recentemente prostestaram em massa pelas ruas da cidade e ameaçam até uma greve se uma atitude mais drástica não for tomada.

Alguns dias atrás, na França, taxistas bloquearam os acessos aos principais aeroportos e estações de trem em Paris como parte das ações de um protesto nacional contra o Uber. Lá o negócio foi mais violento: pneus foram queimados e carros virados ao longo das vias públicas da capital francesa. Os taxistas parisienses se queixam do déficit causado pelo aplicativo que é baseado em uma rede de condutores não profissionais. O argumento dos taxistas é que o alistamento de motoristas amadores, que não precisam pagar as taxas de licenciamento para prestar o serviço de transporte, dá ao Uber uma vantagem financeira desleal.

Presente em 295 cidades de 55 países, o Uber é a startup mais valiosa do mundo. Mas é criticada praticamente por todas as partes. Na Espanha e na Alemanha, tem seus serviços proibidos. Há também casos de cidades que inicialmente proibiram o Uber, mas que depois regularizaram a situação do aplicativo após pressão dos usuários. E por aqui, o que será que vai acontecer, hein? Aliás, qual sua opinião sobre o novo aplicativo? Nós vamos continuar acompanhando e você vai continuar sabendo de tudo primeiro aqui.








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Internet lenta? Aprenda a detectar os vilões do consumo de dados

Por Redação Olhar Digital - em 10/07/2015 às 14h30


(Foto: reprodução)


Numa época em que os sites oferecem cada vez mais funcionalidades e serviços, a internet parece nunca ser rápida o suficiente. Jogar games online, assistir a filmes e séries na Netflix e usar redes sociais são atividades que dependem da velocidade da nossa conexão. E, muitas vezes, essa velocidade deixa a desejar.

Em alguns casos, a lentidão pode ser um problema do provedor de acesso. Em outros, no entanto, pode se tratar de algum aplicativo ou processo que, sem que você se dê conta, esteja utilizando a rede de sua casa, deixando-a mais lenta.

Esses programas não são, necessariamente, maldosos: pode acontecer de aquela nova extensão que você instalou exigir uma quantidade absurda de dados, por alguma falha de programação. Felizmente, existem softwares que podem te ajudar a encontrar e desligar programas com problemas semelhantes.

Conheça abaixo duas maneiras de identificar e deletar programas que estejam consumindo excessivamente os dados de sua conexão doméstica:

Usando o gerenciador de tarefas do navegador


Assim como o Windows, alguns navegadores possuem gerenciadores de tarefas. Esses programas funcionam da mesma forma que o Gerenciador de Tarefas do Windows: mostram todos os aplicativos e processos que estão rodando, e quanto eles estão consumindo de RAM e de capacidade de processamento.

No entanto, enquanto o gerenciador de tarefas do Windows mostra tudo que está acontecendo no sistema operacional, alguns navegadores, como o Chrome, o Opera e o Firefox, tem gerenciadores que mostram tudo que está acontecendo neles. O interessante deles, porém, é que eles mostram o quanto cada aba e cada processo do seu navegador está consumindo de dados também.


No Chrome, para acessar o gerenciador de tarefas, basta apertar Shift+Esc. Caso isso não funcione, procure no canto superior direito do navegador o ícone com três listras horizontais, clique nele, vá até “Mais ferramentas” e, então, clique em “Gerenciador de tarefas”. O processo é semelhante em outros navegadores.

Fazer isso abrirá uma janela com uma tabela. A tabela mostra o nome dos aplicativos e processos abertos no navegador, o quanto eles estão utilizando de RAM, quanto cada um deles exige do processador e, em seguida, quantos dados eles estão consumindo de sua rede.

Essa última informação é a mais relevante nesse momento, pois permite identificar quais extensões ou abas do seu navegador estão consumindo mais dados. Para testar, experimente abrir um vídeo do Youtube, e fique de olho no gerenciador de tarefas: você verá que, conforme seu computador carrega mais do vídeo, o gerenciador de tarefas mostra o consumo de dados.

A principal vantagem de visualizar o consumo de dados dessa maneira é que ela permite que você veja exatamente o que cada aba ou extensão está exigindo da sua conexão. Assim, caso você perceba que algum aplicativo esteja consumindo uma montanha de dados, desligue-o o desinstale-o. Ele pode ser o responsável pela sua conexão estar tão lenta.


Usando o GlassWire

Por mais úteis que sejam os gerenciadores de tarefa dos navegadores, eles têm um problema: eles só mostram o consumo de dados em um determinado momento. Assim, se uma extensão do Chrome tiver feito um download de 3GB durante a madrugada, você não perceberá isso quando abrir o gerenciador de tarefas do Chrome mais tarde.

Existem alguns programas, porém, que monitoram o uso de dados do seu computador ao longo do tempo, justamente para revelar problemas como esse. Um deles é o GlassWire, que pode ser baixado aqui.

O GlassWire funciona de maneira semelhante ao gerenciador de tarefas do seu navegador, mas ele monitora apenas o uso de rede. Como ele é especializado nisso, porém, ele oferece muito mais possibilidades para visualizar quais aplicativos estão consumindo mais dados.


É possível visualizar o consumo de dados dos diferentes programas do seu computador na forma de um gráfico, que mostra como esse consumo evoluiu ao longo do tempo, e também informa qual volume de dados foi consumido, ao todo, em determinado período de tempo.

Essas informações podem ajudar a identificar quais são os principais “vilões” da sua conexão. Uma vez identificados, o GlassWire também permite que você bloqueie o acesso à sua rede por determinados programas e aplicativos, o que pode ser uma boa forma de consertar o “vazamento de dados”.








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Encíclica: O homem tem parte na crise ecológica

Redação A12. , 10 de Julho de 2015 às 10h31. Atualizada em 10 de Julho de 2015 às 10h37.

Durante algum tempo, os fenômenos que desencadeiam a crise ambiental foram vistos como naturais: tempestades magnéticas no sol, influências cósmicas ainda pouco identificadas, além da fumaça de vulcões e dos movimentos cíclicos do clima, que já produziram períodos de aquecimento e resfriamento do clima na história do nosso planeta Terra; já houve, antes de nós, longos períodos de glaciação e aquecimento, sem que o homem interferisse nisso.


A atual crise ambiental poderia ser atribuída igualmente a fenômenos fora do controle humano, ou sem a participação do homem? O maior conhecimento dos fenômenos da crise ecológica atual leva a uma conclusão incômoda: o homem ajudou a desencadear essa crise. E o Papa Francisco, na encíclica – “Laudato si’. Sobre o cuidado da casa comum” – não tem medo de colocar o dedo na ferida e faz refletir. O paradigma tecnocrático que domina a economia e o estilo de vida é causa importante dessa crise. A tecnologia representa um avanço impressionante do domínio do homem sobre a natureza e lhe permite realizar intervenções nunca imaginadas na natureza, para colocar tudo a seu próprio dispor e utilidade. E assim, o homem consegue melhorar a qualidade de sua vida de uma forma extraordinária. Nada mal, se tudo fosse feito na justa medida.


"A atual crise ambiental poderia ser atribuída igualmente a fenômenos fora do controle humano, ou sem a participação do homem?" 

Mas a justa medida e os fins visados no emprego da tecnologia são, justamente, o lado humano que pode interferir no equilíbrio da natureza. A tecnologia produziu máquinas de todo tipo, que demandam energia para funcionar e prestar o serviço desejado pelo homem; este passou a utilizar em demasia os recursos energéticos fósseis, como o carvão e o petróleo, que enchem a atmosfera de gazes de efeito estufa, com suas consequências conhecidas. A agricultura e a pecuária demandam grandes extensões de solos cultiváveis, para responder à demanda do mercado e a certa cultura alimentar, que poderia ser modificada. A destruição das florestas e a degradação ambiental são as consequências indesejadas, mas...

Seria hora de colocar um freio naquilo que vai sufocando e matando a natureza, o homem incluído. Mas quem vai fazê-lo? As máquinas, cada vez mais numerosas, não podem parar, pois trazem comodidades e lucros, aos quais o homem não quer renunciar. E tudo segue em frente, como se nada estivesse acontecendo de errado. O domínio da técnica vai aumentando; parece inevitável que tudo o que é possível tecnicamente, também seja realizado e seja considerado bom. Onde está o limite?

O desenvolvimento tecnológico é ambíguo: pode ser orientado para o bem e para o mal. E isso se verifica mais e mais em relação à natureza, onde certas interferências humanas, possíveis pela técnica, acabam trazendo consequências funestas. Talvez, a humanidade ainda não se dá conta, de maneira suficiente, que faz mau uso do poder que alcançou com a técnica. Pior ainda, quando isso é claramente acompanhado por uma falsa ética utilitarista, que considera bom tudo o que for útil para o homem. Com essa lógica, o homem pode assemelhar-se às formigas, que cortam todas as folhas da planta que as nutre, até matar a própria planta, deixando-as sem alimento...

A crise ecológica traz à evidência uma outra crise, que envolve o próprio homem, com sua maneira de entender a vida, os modelos de vida e de ação neste mundo. O antropocentrismo moderno acabou colocando a razão técnica acima da própria natureza. Nela, o homem já não reconhece mais uma norma referencial a ser respeitada, mas apenas um objeto e espaço de aplicação de seus próprios poderes e desejos. O homem se comporta como dono do mundo e déspota sobre a natureza.

Essa mentalidade e cultura tecnocrática e utilitarista precisa ser revista pois, a continuar assim, a vítima será o próprio homem. Não se agride a natureza sem consequências. O Papa Francisco trata dessa questão no capítulo III da sua encíclica. Parece-me a parte mais questionadora do Documento, que precisa ser lido e conhecido em profundidade.

Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo


Fonte: Arquidiocese de São Paulo.








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