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terça-feira, 31 de outubro de 2017

Mais chuva para o Distrito Federal


Umidade permanece alta durante toda a semana

31 OUT2017
08h05

Nuvens carregadas voltaram a crescer sobre o Distrito Federal e provocaram mais pancadas de chuva na tarde e noite da segunda-feira, 30 de outubro. O Instituto Nacional de Meteorologia registrou 6,0 mm em Brasília e 7,8 mm em Planaltina. A região de Água Emendadas acumulou quase 16 mm até 22 horas. Foram fortes pancadas e com ventos fortes. Uma rajada entre 18 e 19 horas chegou aos 74 km/h em Águas Emendadas, segundo o INMET.

A chuva voltou a ocorrer desde a semana, quando o ar úmido começou a chegar ao Distrito Federal . Choveu todos os dias desde a tarde do dia 26 de outubro. Mas a chuva veio tarde e fraca demais e não fez muita diferença no histórico de outubro. Choveu cerca de 25 mm em 30 dias, mas média para outubro fica em torno de 170 mm.


Mais umidade no ar

Com as recentes pancadas de chuva, os brasilienses voltaram a sentir o cheiro da chuva e a respirar melhor nos últimos dias. O gráfico mostra a variação da umidade relativa do ar (ura) às 15 horas registrada em Brasília pelo Instituto Nacional de Meteorologia. Com o tempo muito seco e quente, a umidade relativa do ar se manteve muito baixa. A umidade aumentou com a chuva.




Foto: Climatempo

Umidade relativa do ar em Brasília de 22 a 30 /10/17


Mais chuva

As pancadas de chuva não vão parar. A tendência é de aumento da chuva nos próximos dias. Entre os dias 31 de outubro e 3 de novembro a chuva deve ser frequente no Distrito Federal e pode até chover forte. A passagem de uma frente fria pelo litoral a Região Sudeste e depois pelo sul da Bahia vai fortalecer as áreas de instabilidade que começaram a se desenvolver nos últimos dias de outubro.



Foto: Climatempo









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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

São Paulo será AC com Safeweb

Maurício Renner
// segunda, 30/10/2017 07:28


A cidade de São Paulo vai se tornar uma autoridade certificadora e emitir os seus próprios certificados digitais para funcionários públicos por meio de uma parceria com a Safeweb, uma das principais empresas do ramo no país.


Luiz Carlos Zancanella assina o convênio com São Paulo. Foto: Divulgação.

A empresa assinou um convênio com a prefeitura da capital paulista pelo meio do qual a Safeweb cederá gratuitamente a infraestrutura tecnológica necessária para tanto.

Depois da prefeitura ser certificada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), ela poderá emitir diretamente os certificados digitais usados pelos servidores públicos municipais.


“Essa parceria é uma contribuição efetiva na concretização de uma das metas mais importantes do nosso governo, que é garantir que 100% dos novos processos sejam eletrônico”, afirma o secretário municipal de Inovação e Tecnologia, Daniel Annenberg.

Sediada em Porto Alegre, a Safeweb emitiu 150 mil certificados digitais no ano passado.

A empresa é dona do primeiro certificado digital desenvolvido totalmente internamente por uma empresa privada no Brasil.

“Estamos orgulhosos em disponibilizar à cidade de São Paulo o melhor em segurança da informação e assim contribuir para a modernização da gestão pública municipal”, afirma o presidente da Safeweb, Luiz Carlos Zancanella.

Com o acordo, a Safeweb se torna a terceira empresa de TI a fechar uma parceria com a prefeitura de São Paulo durante a gestão do prefeito João Doria.

A SAP foi a primeira. No começo de setembro, a empresa anunciou um programa de capacitação voltado para estudantes da rede pública da capital paulista, envolvendo nove secretarias do governo, além da Junior Achievement.

Já a IBM anunciou no começo de outubro incentivos para apoiar até 300 startups selecionadas para resolver problemas atuais do sistema de saúde da cidade.







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Brasileiro é líder em ciência de dados

Maurício Renner

// segunda, 30/10/2017 06:10

Gilberto Titericz, um ex-engenheiro elétrico da Petrobrás, arrumou um emprego na sede do Airbnb em São Francisco, na Califórnia, através da participação no Kaggle, um site no qual os participantes competem resolvendo problemas relacionados a Big Data.


Gilberto Titericz.


A história do brasileiro é tema de uma matéria da Wired.

Segundo publica a prestigiada revista de tecnologia, Titericz se tornou o número 1 no ranking do Kaggle no final de 2015 e pediu demissão do seu emprego na área de manutenção1 de sensores da estatal brasileira de petróleo para aceitar uma oferta de trabalho nos Estados Unidos.


A Petrobrás conseguiu manter o profissional um pouco mais, transferindo ele para um trabalho de cientista de dados em janeiro de 2016, mas as propostas de trabalho de empresas como Google e Tesla continuaram chegando até aceitar a proposta do Airbnb em fevereiro.

Titericz resolvia problemas no Kaggle no seu tempo livre, junto com outros 66 mil cientistas de dados, pela pontuação no ranking e também por prêmios em dinheiro, dos quais o brasile1iro venceu US$ 100 mil.

Por meio do Kaggle, Titericz participou de grupos que usaram bases de dados disponibilizadas no site para prever coisas tão diferentes como o risco de ataques epiléticos para o National Institute of Health, o preço de tubos de metal para a Caterpillar e o valor dos aluguéis para a Deloitte.

Titericz é paranaense, formado na Universidade Tecnológica Federal do Paraná, onde fez um curso técnico em eletrônica, um de engenharia elétrica e um master em telemática.

O profissional passou pela Siemens, Nokia e Ambev antes de entrar na Petrobras em 2008. 

De acordo com a Wired, os 95 líderes do ranking do Kaggle, os chamados grand masters, recebem com frequência ofertas de trabalho de empresas, que no momento passam por uma corrida atrás de profissionais para análise sofisticada de dados.

O Kaggle foi adquirido pelo Google em março para ser integrado na divisão de cloud do buscador.










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O remoto lugar na Terra para onde os satélites são enviados para 'morrer'

Um ponto no meio do oceano, distante de todos os continentes e com pouca vida marinha, é o preferido para aposentar estações e módulos espaciais.
BBC BRASIL.com

29 OUT2017

19h08

atualizado às 19h51


A estação espacial chinesa Tiangong-1 está, atualmente, fora de controle. Espera-se que ela caia na Terra em algum momento do ano que vem, mas não exatamente no local onde outros módulos espaciais terminam seus dias: os chamados polos de inacessibilidade.

Dois deles são particularmente interessantes. Um é o polo continental de inacessibilidade - o local na Terra mais longe do oceano. Existe uma discussão sobre sua posição exata, mas para muitos ele fica próximo ao chamado passo de Alataw - uma passagem montanhosa entre a China e a Ásia Central.


MapaFoto: BBCBrasil.com

O ponto equivalente no oceano, o local mais afastado de qualquer território, fica no sul do Pacífico, cerca de 2.700 km ao sul das Ilhas Pitcairn - em algum lugar na "terra de ninguém" entre a Austrália, a Nova Zelândia e a América do Sul.

Este polo de inacessibilidade oceânico não atrai apenas o interesse de exploradores, operadores de satélite também se interessam por ele.

Com o fim da vida útil de satélites e espaçonaves atualmente em órbita ao redor da Terra, a grand emaioria destes artefatos eventualmente irão voltar. Mas, onde cairão?

Satélites menores geralmente se incendeiam antes mesmo de entrar na atmosfera terrestre, porém alguns pedaços dos maiores conseguem sobrevivier ao atrito e se chocam com o solo. Para evitar que caiam em áreas populosas, eles costumam ser conduzidos para a área em torno do ponto de inacessibilidade oceânica.


Simulações de computador ilustram a descida da Mir em 2001Foto: BBCBrasil.com







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IGP-M fecha outubro em 0,20% e acumula redução de 1,41% em 12 meses


postado em 30/10/2017 09:07


Rio, 30 - O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) desacelerou o ritmo de alta para 0,20% em outubro, após uma elevação de 0,47% em setembro, informou nesta segunda-feira, 29, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O resultado veio abaixo do piso das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam um avanço de 0,25% a 0,43%, com mediana positiva de 0,30%.

Com a taxa de outubro, o índice acumula recuo de 1,91% no ano, além de redução de 1,41% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-M de outubro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 0,16%, ante uma alta de 0,74% em setembro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou aumento de 0,28% em outubro, após a queda de 0,09% no mês anterior. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve avanço de 0,19% em outubro, depois do aumento de 0,14% em setembro.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de setembro a 20 de outubro.

(Thaís Barcellos e Daniela Amorim)














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Polícia do RJ é a que mais morre e a 2ª que mais mata no país, diz estudo

30/10/2017 | 05h52min




Um triste retrato da violência no Brasil: homens e mulheres que deveriam nos proteger viraram vítimas e, às vezes, algozes. Nesta semana, cinco famílias no Rio de Janeiro enfrentaram a dor de dar adeus a um pai, a um filho, a um marido, todos policiais militares. Uma cena que se repete no estado em que os policiais mais morrem no Brasil.

Em 2016, 437 policiais civis e militares foram mortos no país em confrontos ou fora do serviço, um aumento de 17% em relação ao ano anterior. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, 15 estados registraram aumento no número de mortes de policiais de 2015 para 2016. O líder, com 132 mortes, é o Rio de Janeiro. A polícia que mais morre é a segunda que mais mata no Brasil. Segundo o ranking do anuário de violência, o Rio de Janeiro só fica atrás do Amapá. Quem vive no estado da região Norte tem quase quatro vezes mais chances de ser morto pela polícia do que no resto do país.

G1







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Polícia Civil do DF e de Goiás prendem integrantes da Máfia dos Concursos

Entre os alvos das prisões preventivas desta segunda etapa, estão aliciadores de candidatos e um ex-funcionário do Cebraspe, o antigo Cespe, responsável pela realização de vários concursos.


Publicado em: 30/10/2017 08:08 Atualizado em: 30/10/2017 08:32



A Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (DECO) da Polícia Civil do DF chega nesta manhã (30/10) à segunda etapa da Operação Panoptes. Foto: Ed Alves/Correio Braziliense

A Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado (DECO) da Polícia Civil do DF chega nesta manhã (30/10) à segunda etapa da Operação Panoptes, que desarticula a chamada “Màfia dos Concursos” no Distrito Federal. Na ampliação das investigações, os policiais civis cumprem 5 prisões preventivas e 3 temporárias, 15 mandados de busca e apreensão e 8 de condução coercitiva.

Os investigados são integrantes da organização criminosa que, segundo a PCDF, é liderada por Hélio Ortiz, velho conhecido no país pelo envolvimento em diversos tipos de fraudes para ganhar dinheiro por meio de vagas em concursos públicos. Várias seleções realizadas no DF nos últimos cinco anos estão sob suspeição, além de vestibulares para medicina.

Entre os alvos das prisões preventivas desta segunda etapa, estão aliciadores de candidatos e um ex-funcionário do Cebraspe (Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos), o antigo Cespe, responsável pela realização de vários concursos. Ele foi demitido justamente porque surgiram indícios de que ajudou candidatos, em troca de pagamentos.

A investigação indica que ele fazia a troca das folhas de resposta dentro do Cebraspe. Ele preenchia o documento com o gabarito correto e digitalizava as respostas para favorecer candidatos que compravam a aprovação. 

Enquanto a equipe da Deco vai às ruas nesta manhã, a Polícia Civil de Goiás também deflagra uma operação para desbaratar fraude no concurso para delegado do estado vizinho. A seleção foi promovida pelo Cebraspe. Pelo menos dois alvos da Panoptes são também investigados pelos policiais goianos.

A operação da Polícia Civil de Goiás, conduzida pela Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra a Administração Pública (Dercap), atinge 18 suspeitos em municípios de Goiás e dentro do DF.

Ainda de acordo com o delegado goianiense Rômulo Figueiredo, em entrevista à TV Anhanguera, chegou a afirmar que os grupos suspeitos atuavam em vários concursos no estado e no país, inclusive os relativos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). "Comprovamos isto inclusive nos áudios e mostramos que o próprio Enem 2016 foi fraudado", disse na entrevista. Segundo ele, as suspeitas também corriam para a prova deste ano, que ocorre nos próximos domingos. "Autuamos antes para tentar impedir que isto ocorresse, vez que eles já estavam planejando via ponto eletrônico fraudar o Enem 2017". 

Um dos presos em Goiânia já havia sido detido recentemente na Operação Patrick, relacionada a fraude na pirâmide financeira da venda de moedas virtuais denominada Kriptacoin. Ele será trazido para Brasília.

Ortiz está preso preventivamente desde 21 de agosto, quando foi deflagrada a primeira fase da Operação Panoptes. Ele já se tornou réu de denúncia do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), ajuizada em 8 de setembro, pelos crimes de organização criminosa, fraudes em certames de interesse público e falsificação de documento público.

A Operação Panoptes tramita na Vara Criminal e do Tribunal do Júri de Àguas Claras. A investigação recebeu esse nome em referência ao monstro da mitologia grega que tinha 100 olhos.

Entre as fraudes detectadas, há principalmente quatro formas: utilização de ponto eletrônico por candidatos que recebiam as respostas dos integrantes do esquema; por meio de um celular escondido no banheiro com transmissão do gabarito oficial, além do envolvimento de bancas examinadoras. Em algumas situações, outras pessoas faziam a prova no lugar dos candidatos inscritos. Para isso, eles se apresentavam com documentos falsos.

Ortiz foi condenado pela Justiça Federal no âmbito da Operação Galileu, realizada pela Deco em 2005. O trabalho dos policiais civis do DF indica que ele nunca se afastou do esquema de fraude em concursos.

(Com informações da TV Anhanguera)






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domingo, 29 de outubro de 2017

Brasil reciclou 280 mil toneladas de latas de alumínio em 2016 e mantém índice próximo a 100%

29/10 às 11h06

Relatório confirma que lata de alumínio é embalagem para bebidas mais reciclada do mundo


A Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio (Abralatas) anunciam que o país reciclou 280 mil toneladas de latas de alumínio para bebidas, das 286,6 mil toneladas disponíveis no mercado em 2016. Com isso, o índice de reciclagem de latas de alumínio para bebidas atingiu 97,7%, mantendo o Brasil entre os líderes mundiais desde 2001. 

De acordo com o coordenador do Comitê de Mercado de Reciclagem da ABAL, Mario Fernandez, este é um segmento cada vez mais representativo para a indústria, sociedade e meio ambiente. “A lata de alumínio para bebidas, cujo consumo chega a 110 unidades por brasileiro, anualmente, responde por quase 50% do volume de sucata de alumínio recuperada no ano”. 

Em 2016, a coleta de latas de alumínio para bebidas foi responsável por injetar R$ 947 milhões na economia nacional, contribuindo com a geração de renda e de empregos para milhares de catadores de materiais recicláveis. 

Para Renault Castro, presidente-executivo da Abralatas, a estabilidade do índice, próximo a 100% nos últimos 10 anos, confirma o sucesso do modelo de reciclagem da lata e aponta um importante diferencial competitivo da embalagem sobre suas concorrentes. “Em tempos de aquecimento global, quando se busca uma economia de baixo carbono, esta é uma grande vantagem”.

Embalagem mais reciclada do mundo

Relatório elaborado pela Resource Recycling Systems (RRS), consultoria internacional de sustentabilidade, confirmou que a lata de alumínio é a embalagem para bebidas mais reciclada do mundo.

O estudo foi realizado a pedido das associações de fabricantes da lata no Estados Unidos (CMI), na Europa (BCME) e no Brasil (Abralatas) e constatou uma taxa de reciclagem global de 69% das latinhas comercializadas, contra 43% do PET e 46% do vidro.

O estudo registrou os índices de reciclagem da embalagem em 2015 no Brasil (98%), na Polônia (79%), no Japão (77%), na Itália (72%) e nos Estados Unidos (55%). 

Meio ambiente agradece

A análise do ciclo de vida da lata de alumínio para bebidas no Brasil, estudo realizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagem (Cetea), confirma as vantagens da embalagem para o meio ambiente. Segundo a pesquisa, a reciclagem da lata de alumínio para obtenção de uma nova embalagem reduz em 70% as emissões de C02 e em 71% o consumo de energia, entre outros benefícios, quando comparado à lata fabricada apenas com alumínio primário. 

Além disso, a atividade de reciclagem consome apenas 5% de energia elétrica, quando comparada ao processo de produção do metal primário. Isso significa que a reciclagem das 280 mil toneladas de latas em 2016 proporcionou uma economia de 4.300 GWh/ano ao país, número equivalente ao consumo residencial anual de 6,7 milhões de pessoas, em dois milhões de residências. 

Dia Nacional da Reciclagem

O Dia Nacional da Reciclagem do Alumínio foi instituído em 28 de outubro de 2003, quando a cidade de Pindamonhangaba (SP) – responsável por reciclar cerca de 70% de toda sucata do metal no país – recebeu o título de Capital Nacional da Reciclagem do Alumínio. Desde então, anualmente, a ABAL realiza ações voltadas à sociedade em comemoração à data. 

Para este ano, a Associação, em parceria com o Hospital Infantil do GRAACC, promoveu uma ação inédita com 8 influenciadores digitais, ao longo do mês de outubro. O chef dos renomados restaurantes Mocotó e Esquina Mocotó, Rodrigo Oliveira foi o embaixador do projeto em que outras sete personalidades do mundo digital deveriam engajar os seus seguidores para alcançar 30 mil curtidas, por meio das hashtags #desafioaluminio #eurecicloaluminio. 

“A campanha teve um resultado tão positivo que o engajamento definido para realizar a doação ao GRAACC foi atingido duas semanas antes do previsto. E, ao final, ultrapassamos a meta de curtidas em mais de 40%, além de chegar a mais de 1 milhão de alcance nos posts da ação. Dessa forma, a doação se torna ainda mais especial. Afinal, o incentivo à reciclagem e o apoio às crianças do GRAACC contribuem para um futuro melhor de toda a sociedade”, completa Rafael Torres, diretor de Comunicação da ABAL.















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AVC: 90% dos casos decorrem de fatores que podem ser prevenidos

O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é a segunda causa de morte e a primeira de incapacidade no Brasil. Apenas em 2015, 100.520 pessoas morreram em decorrência da doença. Do total, 4.592 mortes foram de pessoas com menos de 45 anos, de acordo com os últimos dados catalogados pelo Ministério da Saúde, que registrou no mesmo ano 212.047 internações relacionadas ao AVC, que pode ser provocado por obstrução de artéria ou mesmo rompimento de vasos sanguíneos.

O total de casos e os problemas gerados por eles podem ser menores se forem adotadas medidas preventivas. “Trata-se de uma doença grave, autoimune e incapacitante, mas que tem uma grande capacidade de prevenção”, afirma o diretor científico da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Rubens Gagliardi.

Segundo a ABN, 90% dos AVCs estão ligados a fatores que podem ser modificados, por isso, a organização e outras parcerias, como a Rede Brasil AVC, aproveitam o Dia Nacional de Combate ao AVC, celebrado neste domingo (29), para chamar atenção da sociedade com a campanha “Qual o seu motivo para prevenir um AVC?”.

Doença pode ser evitada

Por meio de vídeos, panfletos e diversas atividades que ocorreram ao longo desta semana, as organizações apontam que é possível prevenir o AVC por meio das seguintes ações: controlar a pressão alta; fazer exercícios físicos moderados cinco vezes na semana; ter uma dieta saudável e balanceada com mais frutas e verduras e menos sal; reduzir o colesterol; manter peso adequado; não fumar e evitar exposição passiva ao tabaco; reduzir a ingestão de álcool; identificar e tratar a fibrilação atrial; evitar diabetes, adotando acompanhamento médico; e conhecendo mais sobre o AVC. A programação de atividades terá continuidade hoje, em diversas cidades brasileiras.

“Essa campanha faz parte de uma iniciativa mundial que tem sido realizada desde que a Associação Mundial do AVC determinou o 29 de outubro como o Dia Mundial de Combate ao AVC. Em várias cidades do país, fazemos a campanha para a população. Os médicos saem às ruas e informam sobre o que é a doença, como se caracteriza o AVC, os principais sintomas, o que fazer em caso de ocorrência”, explica Gagliardi, que avalia que é perceptível a melhora no conhecimento da população sobre o problema e, com isso, a diminuição das ocorrências.

“Riscômetro de AVC”

Para contribuir com a efetivação de medidas protetivas, a ABN sugere que profissionais de saúde tenham mais atenção e ofereçam tratamento preventivo aos pacientes com história prévia de doenças cardiovasculares. Isto porque um terço dos AVCs ocorre em pacientes com AVC ou AIT (Acidente Isquêmico Transitório) prévios. Medidas para controlar a pressão arterial e a fibrilação atrial são algumas das que podem dificultar a ocorrência do problema.

A população em geral também pode fazer a sua parte. Além de adotar as medidas sugeridas, é possível conhecer o risco de sofrer um AVC, o que pode ser feito em diálogo com médicos e também usando a tecnologia, como o aplicativo gratuito “Riscômetro de AVC”, que ensina a reconhecer os sinais de AVC e os hospitais que são Centros de AVC em todas as regiões, além de oferecer mais dicas de prevenção.

O Ministério da Saúde espera reduzir em 15% os óbitos por AVC e 10% por infarto como resultado das ações do Plano Nacional de Redução de Sódio em Alimentos Processados, que tem a meta de tirar 28.562 toneladas de sódio dos alimentos processados até 2020.

Até o momento, segundo o ministério, mais de 7 mil toneladas de alimentos já foram retiradas das gôndolas dos supermercados. Além disso, para reduzir o número de internações e óbitos no país por doenças crônicas, foi lançado o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), que tem a expansão da atenção básica como uma das principais ações de enfrentamento.

Para concretizar a expansão, o Ministério da Saúde anunciou investimentos de R$ 1,7 bilhão para custear novos serviços oferecidos na atenção básica.

AVC cresce entre quem tem menos de 45 anos

Rubens Gagliardi detalha que o AVC já chegou a ser a principal causa de morte no Brasil. Agora, apesar da diminuição dos casos, o que tem chamado a atenção é o crescimento da ocorrência entre pessoas mais jovens, com menos de 45 anos.

Questionado quanto a uma possível tendência, ele ponderou: “É uma evidência. O estilo de vida das pessoas tem mudado. Hoje, o jovem fica mais exposto ao estresse, há muito uso de drogas ilícitas entre os jovens, encontramos muitos deles obesos. Esses fatores todos podem favorecer o AVC”, indica.

No caso dos mais jovens, o AVC também pode estar relacionado à ocorrência de lesão na parede do vaso que leva sangue para o cérebro, por exemplo, em caso de acidente de carro. No caso de crianças, os fatores mais comuns são as doenças genéticas, segundo o Ministério da Saúde.


















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Crescem roubos e furtos de veículos no país, diz estudo

Folhapress • 28 de outubro de 2017


THIAGO AMÂNCIO

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O autônomo Jonathas Felipe, 19, estacionou na porta da casa de um amigo na noite do dia 7 em Sumaré (interior de SP). Quando olhou pelo retrovisor, viu um rapaz de capuz.

"Ele puxou a arma, eu pensei: 'pronto, vai levar'." E levou uma Saveiro avaliada em R$ 30 mil. Duas semanas depois, sua madrasta teve o carro roubado no mesmo bairro.

Casos do tipo estão em alta no Brasil, que teve média de um roubo ou furto de veículo por minuto em 2016. Foram 557 mil no ano passado, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Significa um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, de acordo com informações de 25 Estados e do DF (o levantamento exclui apenas o Acre, que não enviou dados). E 41% dos crimes estão concentrados nas capitais.

Considerando a soma de furtos e roubos de veículos proporcionalmente à frota de cada Estado, o Rio de Janeiro é campeão, com taxa de 916,7 crimes do tipo a cada 100 mil carros --em números absolutos, 58,5 mil casos. Já entre as capitais, ganha Porto Alegre, com taxa de 1.446 furtos e roubos por 100 mil veículos.

A cidade de São Paulo ocupa o terceiro lugar nesse tipo de crime proporcionalmente ao tamanho da frota. Em números absolutos, no entanto, só a capital paulista concentrou 15% das ocorrências no país, com 226 roubos ou furtos por dia. O Estado de São Paulo, que ocupa a sétima posição na lista proporcional, tem 34% dos crimes.

"É horrível. Eu nem volto mais naquele bairro. Você fica com trauma. Para onde vai, tem que ficar ligado, fica com medo", diz Jonathas, que perdeu o carro em Sumaré.

O receio também virou rotina da estudante Ellen Cristine, 28. No dia 13, ela estacionou o carro pela manhã próximo ao terminal Sacomã, zona sul de SP. Na hora do almoço, ele não estava mais lá.

No veículo havia documentos importantes do trabalho. Por isso, foi demitida. "Fiquei sem carro, sem emprego, sem nada. A seguradora me ofereceu um carro reserva. Era um carrão. Mas eu disse: 'não dá pra ficar com isso, vão me roubar de novo'", conta.

ESPECIALIZAÇÃO

O alto índice de roubos no país "ajuda a explicar um pouco do sentimento de insegurança da população do Brasil", explica David Marques, pesquisador do fórum.

Ele chama a atenção para um aumento maior de roubos do que de furtos: "O furto demanda uma certa especialização da criminalidade. Com arma de fogo, qualquer um pode praticar um roubo. E em alguma medida cresce o roubo nos Estados em que crescem os homicídios. A coincidência desses fenômenos indica que a prevalência, a existência das armas de fogo propicia esse tipo de crime".

"É preciso que, com inteligência, as forças de segurança entendam em cada contexto como esses veículos estão inseridos na escala criminal. Se é para levar a desmanches ou se é para utilizar em outros crimes e logo depois abandoná-los", afirma.

Para coibir esse tipo de crime, desde 2014 há em São Paulo uma lei que permite que apenas estabelecimentos cadastrados previamente pelo Detran possam revender peças usadas --que devem ser passíveis de serem rastreadas.

Além disso, um sistema de monitoramento por câmeras inteligentes, Detecta, é propagandeado como alternativa de combate aos roubos.

A Secretaria de Segurança Pública de SP diz que prendeu 4.264 pessoas e recuperou 57.804 veículos neste ano, além de ter fechado 40 desmanches. Desde a implantação da lei dos desmanches, em 2014, diz ter lacrado 159 estabelecimentos do tipo, ações que ajudaram a diminuir os índices.

Há também em outros Estados mecanismos semelhantes. Um deles é o RS.

Para coibir o alto na capital, o governo afirma que a "Operação Desmanche", que fiscaliza estabelecimentos ilegais, interditou 87 locais irregulares e prendeu 62 pessoas em 27 cidades gaúchas.

O governo do Rio credita o alto índice de crimes agrave a crise econômica pela qual passa o Estado, "que, a partir de 2016, impactaram o enfrentamento da criminalidade", segundo diz em nota. Ele cita a evasão de policiais e a impossibilidade de contratar novos profissionais.

Apesar do contingenciamento, diz, tem atuado com ações de inteligência para combater esses crimes.



















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Aneel confirma bandeira tarifária com custo mais alto de eletricidade em novembro

Reuters • 28 de outubro de 2017


SÃO PAULO (Reuters) - A bandeira tarifária para o mês de novembro na conta de luz será vermelha nível 2, com custo de 5 reais a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos, confirmou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em nota na sexta-feira.

Um diretor da Aneel havia dito na última terça-feira que novembro teria bandeira vermelha 2 nas contas de luz.

No mesmo dia, a Aneel havia aprovado importantes mudanças nas bandeiras tarifárias, que elevam custos quando a oferta de eletricidade é menor.

Além de terem um caráter didático, ao incentivar a redução do consumo devido ao maior custo, as bandeiras geram uma arrecadação que é utilizada pelas distribuidoras para custear a compra de energia de termelétricas, mais cara que a das usinas hídricas.

Atualmente, as contas de luz estão com bandeira vermelha nível 2. Até outubro, o custo extra era 3,50 reais a cada 100 kilowatts-hora consumidos para este nível tarifário, mas a partir de novembro esse custo subirá mais de 40 por cento, para 5 reais, conforme diretriz da Aneel.

A Aneel vai abrir uma audiência pública para discutir as mudanças, mas elas já valerão a partir de novembro, em caráter excepcional.

"Não houve evolução na situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas em relação ao mês anterior e, ainda que não haja risco de desabastecimento de energia elétrica, é preciso reforçar as ações relacionadas ao uso consciente e combate ao desperdício", disse a Aneel em nota.

O nível 2 da bandeira indica a necessidade de operar usinas térmicas mais caras para compensar a geração hidráulica inibida pela falta de chuvas.

As distribuidoras, no entanto, avaliam que têm sofrido com custos maiores do que arrecadam junto aos consumidores nas contas de luz, e a situação deve permanecer mesmo após a elevação no valor das bandeiras tarifárias que pesam sobre as faturas.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estimou na sexta-feira em 72 por cento da média histórica a previsão de chuvas em novembro nos reservatórios de hidrelétricas do Sudeste, principal região produtora de energia hídrica.















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Cunha permanecerá preso em Brasília até interrogatório, ainda sem data marcada

Folhapress | 27 de outubro de 2017


SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O deputado cassado Eduardo Cunha permanecerá em uma carceragem da Polícia Civil em Brasília até ser interrogado na ação penal da Operação Sépsis, que investiga desvios em uma das vice-presidências da Caixa Econômica Federal. As informações são da Agência Brasil.

Atualmente, Cunha está preso preventivamente em Curitiba, após condenação em primeira instância na Operação Lava Jato, mas teve autorizado seu deslocamento temporário a Brasília para que pudesse prestar depoimento.

Os interrogatórios dos cinco réus na ação penal começaram na quinta (26) na 10ª Vara Federal de Brasília. Já prestaram depoimento o ex-vice-presidente da Caixa Fabio Cleto e o empresário Alexandre Margotto.

Nesta sexta-feira (27), começou a ser ouvido o ex-operador financeiro de Cunha, Lucio Funaro, mas o seu interrogatório ainda não foi concluído e deve ser retomado na próxima terça-feira. Cunha será o último a ser interrogado, após o ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, também réu na ação.

Cunha obteve autorização do juiz Vallisney de Souza Oliveira, responsável pela Sépsis, para falar com a imprensa, mas somente após o seu interrogatório, que ainda não tem data para ocorrer. Na saída da sala de audiências, o ex-deputado deu somente uma breve declaração à imprensa: “Estou com muita saudade de vocês”.

“No meu interrogatório vou fazer minha defesa e mostrar as mentiras que estão sendo faladas. Só isso”, havia dito antes, logo após o encerramento da audiência.














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quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Tudo que você precisa saber sobre bitcoin

Moeda virtual na internet vem conquistando cada dia mais e mais adeptos no Brasil



© Reuters / Benoit Tessier

HÁ 5 HORAS POR NOTÍCIAS AO MINUTO

ECONOMIA CRIPTOMOEDA


Que tal participar de um investimento que só este ano, de janeiro a setembro, já rendeu quase 600%? É a bitcoin, a moeda virtual na internet que vem conquistando a cada dia mais e mais adeptos no Brasil e no mundo. Alguns cuidados básicos, como em toda aplicação, são necessários.

Em entrevista exclusiva à Sputnik Brasil, Marcos Henrique, sócio da Foxbit, uma das corretoras especializadas nesse negócio, responde a tudo que as pessoas querem saber sobre esse investimento, mas ficam acanhadas em perguntar.

Em primeiro lugar, o especialista explica que o investimento em bitcoins deve ser feito utilizando parte da reserva financeira do aplicador, ou seja, quantia da qual ele não vai precisar a curto e médio prazo. O ideal, diz ele, é programar compras para um cenário de médio e longo prazo, quatro, cinco anos, e estar ciente, como em outras aplicações, que perdas são um risco inerente ao ativo.

O especialista diz que, embora o governo brasileiro se refira à aplicação como moeda virtual, a comunidade bitcoin prefere a nomenclatura moeda digital ou criptomoeda por entender que a expressão moeda virtual é depreciativa e induz à possibilidade de que ela possa desaparecer de um momento para o outro.

Idealizada pelo programador Satoshi Nakamoto, em 2009, a bitcoin surgiu como opção de aplicação financeira fora do mundo físico. Compras e vendas da moeda são feitas pela internet, diretamente entre pessoas físicas ou através de corretoras especializadas, que reúnem compradores e vendedores.

"A criptomoeda está crescendo em escala geométrica no mundo nos últimos anos, e isso é o começo apenas. É uma tecnologia inovadora e como todas as outras tem um empuxe inicial muito grande que leva a valores e distribuição em escala global. O bitcoin ainda está longe de ser mainstream", explica o sócio da Foxbit.

Henrique diz que hoje em dia, no Brasil, a cotação da bitcoin está em R$ 18.500. ele observa que não é obrigatório a compra de uma bitcoin inteira, ela pode ser fracionada até oito casos depois da vírgula (como se fossem centavos). Na faixa de R$ 20, R$ 50 já é possível comprar parte da criptomoeda.

No que diz respeito à comercialização, o especialista explica que existem duas formas: com alguém de confiança ou através de corretoras especializadas, que Henrique classifica como "centralizadoras de elos de confiança", onde pessoas depositam bitcoins para venda e outras, reais para compras. Apesar de ser uma criptomoeda, a bitcoin pode comprar bens e serviços. Em mercados como os Estados Unidos e mesmo no Brasil, o varejo vai aos pouco aderindo às bitcoins.

"O número de estabelecimentos que aceitam bitcoins no Brasil está crescendo dia a dia. Existe um site chamado coinmap.org, onde as pessoas podem colocar o nome da sua cidade e ver na sua região quais são os comércios que aceitam. Na Grande São Paulo, existem cerca de 100 comércios aceitando, incluindo pizzarias, escritórios de advocacia e os mais diversos produtos e serviços. Para acessar bitcoins é muito fácil. É preciso instalar no celular ou no tablete um aplicativo chamado Blockchain Wallet, uma carteira que vai gerenciar a entrada e saída de bitcoins. Você simplesmente converte o valor em real do seu produto ou serviço pra frações de bitcoin. Você exibe esse código para quem está pagando o serviço ou produto e a pessoa faz a transferência direta para sua carteira de bitcoins", explica o especialista.

Quanto à adesão do sistema bancário a esse sistema, o sócio da Foxbit afirma que a empresa tem contas nos principais bancos brasileiros, como Bradesco, Banco do Brasil, Intermedium, Caixa. Embora ainda não esteja regulado pelo Banco Central, existe um projeto de lei tramitando no Congresso. A Foxbit e outras empresas do mercado procuram assessorar os parlamentares para criação de um conjunto de normas que permitam a expansão dos negócios dentro de normas que assegurem segurança jurídica e financeira aos participantes. A expectativa é que tudo esteja definido até 2018. Apesar disso, todas as operações envolvendo bitcoins devem ser informadas por ocasião da declaração do Imposto de Renda. Com informações do Sputnik.







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Alta nas vendas amplia lucro da Amazon

Resultado é o primeiro que incorpora a compra da Whole Foods, adquirida em junho


© Reuters / Pascal Rossignol


HÁ 2 HORAS POR FOLHAPRESS

ECONOMIA BALANÇO


Olucro da Amazon, gigante mundial do comércio eletrônico, subiu 3% no terceiro trimestre, para US$ 256 milhões, impulsionado por um aumento de 34% no faturamento, para US$ 43,7 bilhões, percentual que superou as expectativas de mercado.


O resultado é o primeiro que incorpora a compra da Whole Foods, adquirida em junho pela empresa de Jeff Bezos por US$ 13,7 bilhões.

A receita acima da esperada, aliada a um previsão de boas vendas de fim de ano, levaram as ações da empresa a se valorizar mais de 6% no pregão "after hours".

A receita da lucrativa divisão de computação em nuvem subiu 42%. Com informações da Folhapress. 






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Arábia Saudita investe bilhões de doláres em turismo espacial

Fundo de Investimento Público do país deixou em aberto a possibilidade de investir mais 480 milhões de dólares no setor


© DR

HÁ 2 HORAS POR LUSA

TECH VIRGIN





OFundo de Investimento Público da Arábia Saudita anunciou nesta quinta-feira (27) que vai investir bilhões de dólares (858 ME) no grupo Virgin, uma empresa britânica que se dedica ao ramo do turismo espacial.


Um comunicado oficial do fundo saudita, divulgado pela agência de notícias oficial SPA, diz que o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman aprovou o investimento neste setor, uma operação aprovada por Richard Branson, fundador do Virgin Group.

O príncipe Mohammed bin Salman, que preside o conselho de administração do fundo, refere que esta decisão reflete "os passos do reino saudita para conseguir alcançar a visão de desenvolver uma economia diversificada, baseada no conhecimento".

Assegurou ainda que o futuro do reino "depende da criatividade" e garantiu que vai trabalhar com as empresas do grupo Virgin para alcançar "feitos eficazes e técnicas que conduzam a um progresso mundial".

O Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita deixou em aberto a possibilidade de investir mais 480 milhões de dólares no setor.

Richard Branson, fundador do grupo Virgin, afirmou que está a "alguns meses" de distância de lançar a viagem da Virgin Galactic com passageiros ao espaço.

O fundador do grupo explicou que vai também ser lançada uma viagem da Virgin Orbit, outra empresa do grupo, para colocar "vários satélites em redor da terra".

"Este investimento vai permitir desenvolver a próxima geração de satélites e acelerar o nosso programa de viagens espaciais de um ponto para outro, com uma velocidade que excede a do som", disse. Com informações da Lusa.







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quarta-feira, 25 de outubro de 2017

25 de outubro de 2017


Número de votos para sacramentar o relatório da CCJ, que rejeita a denúncia por organização criminosa e obstrução da Justiça contra Temer, já foi atingido. Votação segue acontecendo

Por Redação
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Depois da tentativa da oposição de obstruir a votação da segunda denúncia contra Michel Temer na Câmara dos Deputados, o Plenário da Casa atingiu quórum suficiente e, no final da tarde desta quarta-feira (25), aprovou por maioria a rejeição da denúncia por obstrução da Justiça e organização criminosa contra o peemedebista.

A denúncia havia sido oferecida pela procuradoria-geral da República com base nas delações da JBS. De acordo com órgão, Temer, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), formaram uma organização criminosa que teria recebido ao menos R$ 587 milhões em propina e atuado para atrapalhar as investigações.

A votação segue acontecendo, mas o número de votos para barrar a denúncia já foi atingido e já é impossível atingir os 342 votos para abrir o inquérito no STF.


Com a decisão, Temer, que liberou milhões em emendas parlamentares, segue sendo o único presidente da história a ser denunciado em pleno exercício do mandato e, mais do que isso, ter as denúncias rejeitadas. Em agosto, o peemedebista foi salvo na Câmara de ter inquérito aberto no STF por corrupção passiva.








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domingo, 13 de novembro de 2016

SISTEMA TRIBUTÁRIO (Apostila de Seguro Rural) - Considerações importantes

Com uma economia aberta ao exterior, isto é, com possibilidade de exportar e importar qualquer produto do agronegócio, a carga tributária deveria ser compatível com a dos nossos competidores.

Como os concorrentes dos brasileiros, inclusive no Mercosul, têm impostos baixos, fica difícil para o produtor do Brasil competir nos mercados externos. Não é raro acontecer de perdermos o próprio mercado interno, porque os produtos importados nos chegam mais baratos.


Curiosidades

No Brasil, os gastos dos empresários com transporte de cargas chegam a 12% do PIB, e estima-se que esse número possa chegar a 20% nos próximos anos, dada a falta de investimento do Governo nesse segmento. Na China e na Áfricado Sul, eles são de apenas 8% e 9%, respectivamente, e há projeção de queda para algo em torno de 7% do PIB.


Não há como o produtor rural e a agroindústria serem competitivos com governos vorazes em criar novos impostos e aumentar os atuais, e com mecanismos complexos de arrecadação, o que aumenta os custos de produção. A reforma tributária é urgente, com a diminuição da carga de tributos e a simplificação dos procedimentos na tributação.







Texto retirado do livro:

Escola Nacional de Seguros. Diretoria de Ensino Técnico.
Seguro rural/Supervisão e coordenação metodológica da Diretoria de Ensino Técnico;
assessoria técnica de Bruno Kelly. – 12. ed. – Rio de Janeiro: Funenseg, 2016.







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sábado, 3 de setembro de 2016

ERP cloud: uma migração efetiva

Redação // sexta, 02/09/2016 17:23

Por Adriano Chemin*


A transformação digital de qualquer empresa começa com a necessidade de fazer a pergunta mais simples de todas: o que os outros estão fazendo e eu não? Mas ao pensar que a tecnologia deve ser o próximo passo dessa transformação, surgem mais perguntas do que respostas.


Adriano Chemin, VP de technology transformation (ERP, HCM, SCM), da Oracle. Foto: Divulgação.


É importante voltar às bases, pois estamos rodeados constantemente por uma avalanche de informações, muita inovação, além da internet e redes sociais, e não podemos perder o foco daquilo que é essencial. Para adotar novas tecnologias de forma mais eficiente, os primeiros passos são os mais cruciais. Em especial quando uma mudança tão profunda, como a chegada de sistemas de gestão empresariais (ERP) na nuvem começa a quebrar antigos paradigmas.

É preciso antes de tudo entender que a ideia de integrar em um único sistema todos os processos de negócios era visto como algo impossível para as companhias de pequeno e médio portes. Mas a evolução da tecnologia chegou a um ponto que isso não só é possível, mas também extremamente eficiente, se segurimos alguns caminhos iniciais.

Migrar para uma nuvem ERP não é um tema simples. Os gestores devem ter uma boa visão das suas necessidades para buscar diferentes opções e estabelecer uma estratégia sólida. Estar na nuvem simplesmente não é mais uma opção, é cada vez mais relevante entender como uma empresa pode migrar. E isso se dá com três passos essenciais:



1. Compreender desde o começo o valor da nuvem para a empresa

Muitas empresas pensam que a nuvem só serve para reduzir custos e não investem o tempo necessário para comparar os processos tradicionais com os benefícios inerentes de uma estrutura em cloud que é flexível por natureza. É importante também entender tudo que a migração incorpora. Assim, antes de migrar, é indispensável ter em mente o modelo de negócio e como a nuvem pode adaptar às necessidades da empresa.

Com uma visão completa do projeto, a implementação não somente é mais ágil e se traduz em retorno sobre o investimento muito rapidamente, como também a empresa terá mais facilidade em mensurar os benefícios e angariar a adesão dos colaboradores ao novo modelo.


2. Adotar um enfoque gradual e repetitivo para a implementação da nuvem

Uma das grandes vantagens da nuvem é que o modelo evita a instalação de softwares adicionais, o que simplifica bastante a mudança. Mas é importante realizar testes e comparações com os processos tradicionais e realizar a transição aos poucos, de maneira segura e controlada. Isso ajuda a garantir a continuidade dos negócios e a eficiência operacional. 

Vale lembrar também que, em uma implementação de nuvem, os provedores continuam melhorando os seus sistemas, eliminando quase por completo a necessidade de espera pelo próximo ciclo de lançamentos e atualizações para realizar melhorias.


3. Deve-se começar com a configuração, e não com a personalização

Para se manter um passo à frente, é necessário ter um diferencial que dá às empresas uma vantagem competitiva em termos de produtividade, eficácia e configuração de processos. 

Uma solução ERP Cloud pode facilitar essa distinção, e as empresas podem fazê-lo através de um provedor de nuvem que permite configurar o ambiente com a certeza de que as configurações podem ser atualizadas, ou até mesmo trabalhar em estreita colaboração com um parceiro de implementação para compreender as vantagens disponíveis no sistema e como ele pode fornecer os relatórios e análises que o gestor precisa.

Podemos dizer que a nuvem se identifica mais com a configuração do que com a personalização. E, devido ao fato de que podemos realizar poucas mudanças no sistema, os processos de negócios tendem a se padronizar e otimizar, gerando melhoras na produtividade e maior eficiência.

Finalmente, toda mudança requer um o apoio de um parceiro ou equipe totalmente focada na nova fase da empresa. A transformação digital vai além da migração para mudar os sistemas, é uma evolução empresarial que envolve cada um dos colaboradores para uma mudança, não só de processos, mas também de cultura.

* Adriano Chemin é vice-presidente sênior de technology transformation (ERP, HCM, SCM), da Oracle para a América Latina.












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